Quem Somos (em construção)

Presidenta do Conselho Deliberativo: Clair Castilhos Coelho

Conselheiras: Zuleika Mussi Lenzi e Giane de Souza.

Diretoria Vigente:
Presidenta Vera Lucia Fermiano;
Vice-presidenta Neusa Freire Dias;
Primeira-secretária Jane Maria Philippi;
Segunda-secretária Maria Luiza Buchele;
Primeira-tesoureira Sheila Sabag Kostin;
Segunda-tesoureira Isadora Castilhos Coelho
Equipe de assessoria e consultoria de projetos:

Ana Maria Sokacheski, 52 anos, Educadora Popular, formada em Pedagogia/UDESC. Atuante  na área dos Direitos Humanos, Cidadania,  Mulheres, Criança e Adolescente;
 
Luara Wandelli Loth, 23 anos, Formada em Jornalismo pela UFSC. Atuação em comunicação social, midia livre, gênero e diversidade.

Neusa Freire Dias – Gaúcha de nascimento e catarinense de coração. Socióloga, é formada pela Faculdade de Ciências Sociais na PUC em POA  e pós-graduada em sociologia na UFSC. É integrante da Casa da Mulher Catarina desde sua fundação.  Coordenou vários cursos de atuação política para as mulheres  sob a ótica de gênero. Participou da criação do Conselho Estadual dos Direitos das Mulheres – CEDIM e foi conselheira durante várias diretorias.  Integrou a comissão que realizou projeto de recriação do Conselho Municipal da Mulher e participou do mesmo, como representante da Casa da Mulher Catarina. Integrou comissões que realizaram vários projetos na tentativa de criação de Casa Abrigo para acolhimento de mulheres vítimas de violência. Participou de  ações voltadas ao combate à violência contra a mulher.  Atualemnte, é conselheira suplente do Comitê Nacional de Enfrentamento ao Tráfico de Mulheres – CONATRAP. Participa do projeto “Monitoramento ao CEDAW” – Convenção para a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação contra a Mulher – órgão criado pela ONU em 1979 e da qual o Brasil é signatário.


Vera Lúcia Fermiano – Filha de e Felomena Fermiano e João Orlando Fermiano, neta e bisneta das primeiras famílias negras que vieram no início do século passado do Alto Biguaçú e São Pedro de Alcântara, para povoar os altos do Morro da Caixa D’água, no centro de Florianópolis. Nos meados dos anos 80 foi a primeira assessora parlamentar negra na Câmara da Capital, Secretária Executiva da Secretaria Municipal de Urbanismo e Serviços Públicos. Secretária Executiva por profissão, feminista e militantedo Movimento de Mulheres Negras. É integrante da Articulação de Mulheres Negras Brasileiras e do Fórum de Mulheres Negras da Grande Florianópolis. Fundadora e membro atuante da ONG feminista Casa da Mulher Catarina e do “Grupo de Mulheres Negras COR de NAÇÃO”, no começo dos anos 90, bolsista da Fundação MacArthur com projeto Ser-Estar Saudável. O que pensam e o que fazem as mulheres quando estão doentes?, co-fundadora da AMB, co fundadora da Articulação de ONGs de Mulheres Negras Brasileiras, Secretária Executiva do CEDIM/SC de 2003 a 2006, Presidente do Conselho Estadual das Populações Afrodescendentes em Santa Catarina de 2004 a 2006, Coordenadora Nacional da RED de Mulheres Afrolatinamericanas e Afrocaribenhas na Diáspora, 2008/2011, Conselheira Titular representante da AMNB no Conselho Nacional de Promoção da Igualdade Racial CNPIR 2008/2011.

A CASA

A Associação Casa da Mulher Catarina (CMC) é uma organização não governamental, fundada em 1989 é o mais antigo grupo feminista do estado de Santa Catarina. Realiza projetos, debates, cursos, oficinas e seminários para a promoção da saúde e na defesa dos direitos das mulheres. Sua atuação visa facilitar e estimular o acesso aos serviços públicos a partir do desenvolvimento de projetos e atividades voltadas para mulheres vítimas de violência, mulheres profissionais do sexo e mulheres negras. Como consequência dos resultados e da qualidade das iniciativas que implementa, a instituição é uma referência local, estadual, nacional e Internacional. Devido às características institucionais somadas a um consistente conhecimento na gestão e implementação de projetos sociais é reconhecida publicamente pela sociedade civil e também por diferentes áreas de governo nas suas três esferas.

Suas estratégias e iniciativas estão também vinculadas a outras áreas correlatas à promoção, proteção e recuperação dos agravos à saúde visando a melhoria da qualidade de vida e inclusão social. Neste sentido, a atuação da CMC inclui a formulação e execução de vários projetos sociais nos campos da promoção da saúde e prevenção das DST/HIV/HV; do advocacy em direitos humanos e respeito à diversidade sexual; da mobilização social envolvendo redes, movimentos, ativistas e organizações não governamentais (ONG). Para isso conta com o apoio de diferentes parceiros governamentais e internacionais nos níveis estadual, municipal e federal.

Participou da 4ª Conferência Mundial da Mulher em Beijing (1995), em diversas edições do Fórum Social Mundial, e da 10ª, 11ª, 12ª, 13ª, 14ª (em todas estas como expositora ou painelista em mesas de debates) e 15ª Conferência Nacional da Saúde. Em todas as conferências referidas teve delegadas na representação, tanto nas edições das Conferências Nacional, Estadual e Municipal de Políticas para Mulheres como nas de Saúde. Possui assento nos Conselhos Estadual e Municipal dos Direitos da Mulher.

Reconhecida internacionalmente como organização feminista de defesa dos direitos das mulheres, conta com importantes parcerias, entre elas: a Articulação de Mulheres Brasileiras, Articulação Nacional de Mulheres Negras, Câmara Técnica da Coordenadoria de Políticas para as Mulheres do Município de Florianópolis, Câmara Técnica da Coordenadoria de Políticas para Mulheres do Estado de SC, Campanha Ponto Final na Violência contra Mulheres e Meninas, Conselho Nacional dos Direitos da Mulher, Conselho Estadual dos Direitos da Mulher/SC, Conselho Municipal dos Direitos da Mulher, Centro de Referência de Atendimento à Mulher em Situação de Violência (CREMV), Comitê Municipal de Prevenção de Mortalidade Materna, Conselho Municipal de Assistência Social, Conselho Nacional de Saúde, Coordenadoria de Políticas para as Mulheres do Município de Florianópolis, ELAS Fundo de Investimento Social, Fórum Catarinense de Mulheres, Fórum Estadual pela Implementação da Lei Maria da Penha, Fórum Municipal de Políticas Públicas, Instituto de Estudos de Gênero, Instituto Catarinense de Estudos, Políticos e Econômicos, Rede Nacional Feminista de Saúde Direitos Sexuais e Direitos Reprodutivos, Rede de Salud de las Mujeres Latino Americanas y del Caribe, Secretaria de Políticas para as Mulheres da Presidência da República (SPM/PR), Sindicato dos Jornalistas Profissionais do RS, União Brasileira de Mulheres.

DATA ATIVIDADES MAIS IMPORTANTES NOS ÚLTIMOS 2 ANOS
2015 – 2016 Campanha Nacional Saúde nas Esquinas, Projeto de Conversa em Conversa Avançamos, participação na organização e como painelistas do XII Encontro Internacional Mulher e Saúde.
2015 – 2016 Curso sobre Feminismo e Gestão em parceria com a Universidade do Estado de Santa Catarina – UDESC, através da Diretoria de Extensão – Laboratório Educação e Sexualidade – LabEdusex e Fundo Social Elas. O curso tem abrangência nacional, no formato de Educação à Distância – EaD. Na primeira edição contou com 320 pessoas inscritas, cujo relatório com as avaliações está sendo finalizado. Em 2016, para a segunda edição, o processo já está em andamento, e conta com as importantes parcerias da UDESC e da RFS.
2013 – 2014 Campanha Ponto Final – Jornalistas dão um ponto final na violência contra mulheres e meninas e Campanha “Ah…então sou feminista!”

NEUSA FREIRE DIAS

Sou gaúcha de nascimento e catarinense de coração.

Socióloga, fiz Faculdade de Ciências Sociais na PUC emPOA  e pós graduação em sociologia na UFSC. Sou integrante da Casa da Mulher Catarina desde sua fundação.  Coordenei vários cursos de atuação política para as mulheres  sob a ótica de gênero. Participei da criação do Conselho Estadual dos Direitos das Mulheres – CEDIM e sua conselheira durante várias diretorias.  Integrei comissão que realizou projeto de recriação do Conselho Municipal da Mulher e participo do mesmo, como representante da Casa da Mulher Catarina. Integrei comissões que realizaram vários projetos na tentativade criação de Casa Abrigo para acolhimento de mulheres vítimas de violência. Participei de várias ações voltadas ao combate à violência contra a mulher. Sou conselheira suplente do Comitê Nacional de Enfrentamento ao Tráfico de Mulheres – CONATRAP. Participo do projeto “Monitoramento ao CEDAW” – Convenção para a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação contra a Mulher – órgão criado pela ONU em 1979 e da qual o Brasil é signatário.